19 DE ABRIL: SEXTA-FEIRA SANTA

                                                                           19 DE ABRIL: SEXTA-FEIRA SANTA

                                      coros

A Sexta-feira Santa é o dia em que se celebra a morte de Cristo. Neste dia, Sexta-feira Santa, que os antigos chamavam de “Sexta-feira Maior”, quando celebramos a Paixão e Morte de Jesus, o silêncio, o jejum e a oração devem marcar esse momento. Ao contrário do que muitos pensam, a Paixão não deve ser vivida em clima de luto, mas de profundo respeito e meditação diante da morte do Senhor que, morrendo, foi vitorioso e trouxe a salvação para todos, ressurgindo para a vida eterna.

É preciso manter um “silêncio interior” aliado ao jejum e à abstinência de carne. Deve ser um dia de meditação, de contemplação do amor de Deus que nos “deu o Seu Filho único para que quem n’Ele crer não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3,16). É um dia em que as diversões devem ser suspensas e evitadas.

O ponto alto da Sexta-feira Santa é a celebração das 15 horas, horário em que Jesus foi morto. É a principal cerimônia do dia: a Paixão do Senhor. Ela consta de três partes: liturgia da palavra, adoração da cruz e comunhão eucarística.

Nas leituras, meditamos a Paixão do Senhor, narrada pelo evangelista São João (cap. 18), mas também, prevista pelos profetas que anunciaram os sofrimentos do Servo de Javé. Isaías (52,13-53) coloca, diante de nossos olhos, “o Homem das dores”, “desprezado como o último dos mortais”, “ferido por causa dos nossos pecados, esmagado por causa de nossos crimes”. Deus morreu por nós em forma humana.

 

Adaptado de: https://formacao.cancaonova.com/liturgia/tempo-liturgico/sexta-feira-santa-e-o-dia-em-que-celebra-se-morte-de-cristo/

                                                                          18 DE ABRIL: QUINTA-FEIRA SANTA

                                                                             quinta

A Quinta-feira Santa faz parte da preparação para a Páscoa. Neste dia, começa o Tríduo Pascal, a preparação para a grande celebração da Páscoa, a vitória de Jesus Cristo sobre a morte, o pecado, o sofrimento e o inferno.

Este é o dia em que a Igreja celebra a instituição dos grandes sacramentos da ordem e da Eucaristia. Jesus é o grande e eterno Sacerdote, mas quis precisar de ministros sagrados, retirados do meio do povo, para levar ao mundo a salvação que Ele conquistou com a Sua Morte e Ressurreição.

Jesus desejou ardentemente celebrar àquela hora: “Tenho desejado ardentemente comer convosco esta Páscoa antes de sofrer” (Lc 22,15).

Na celebração da Páscoa, após instituir o sacramento da Eucaristia, ele disse aos discípulos: “Fazei isto em memória de Mim”. Com essas palavras, Ele instituiu o sacerdócio cristão: “Pegando o cálice, deu graças e disse: Tomai este cálice e distribuí-o entre vós. Tomou em seguida o pão e depois de ter dado graças, partiu-o e deu-lhe, dizendo: Isto é o meu corpo, que é dado por vós; fazei isto em memória de mim.” (cf. Lc 22,17-19)

Na noite em que foi traído, mais Ele nos amou, pois bebeu o cálice da Paixão até a última e amarga gota. São João disse que “antes da festa da Páscoa, sabendo Jesus que chegara a sua hora de passar deste mundo ao Pai, como amasse os seus que estavam no mundo, até o extremo os amou.” (Jo 13,1)

Adaptado de: https://formacao.cancaonova.com/liturgia/tempo-liturgico/espiritualidade-da-quinta-feira-santa-e-repleta-de-sentido/

 

25 DE MARÇO, DATA MAGNA

                                                    fj

Francisco José do Nascimento, o Dragão do Mar,  pescador de Aracati, foi um dos líderes da luta abolicionista no Ceará.

A abolição dos escravos no Ceará deu-se no dia 25 de março de 1884,  4 anos antes da publicação da Lei Áurea, que libertou os escravos em todo o país. Um ano antes, em 1º de janeiro de 1883, na Vila do Acarape, hoje Redenção, já haviam sido entregues 116 cartas de alforria.

O pioneirismo do Ceará na abolição da escravatura é motivo de orgulho para os cearenses. Assim, em 1º de dezembro de 2011, a Assembleia Legislativa, por iniciativa do então deputado Lula Morais (PCdoB), aprovou a Emenda Constitucional Nº 73, que instituiu o dia 25 de março como  feriado comemorativo da libertação da escravatura no Ceará, denominando-o  Data Magna.

Que a data nos alerte para a luta pela preservação da liberdade, o mais importante dos direitos humanos.

 

 

DIA DE SÃO JOSÉ (19 DE MARÇO)

Imagem História de São José

O santo do dia 19 de março é São José, o marido de Maria e pai adotivo do Nosso Senhor Jesus Cristo.

São José escolheu a maior de todas as missões, a de acolher a Virgem Maria se casando com ela aos 30 anos de idade, além de criar Jesus. Mesmo sendo um homem humilde e de poucas posses, sempre se apoiou em seu trabalho de carpinteiro.

“O Anjo do Senhor manifestou-lhe, em sonho, dizendo: José, filho de Davi, não temas receber Maria como tua Mulher, pois o que nela foi gerado vem do Espírito Santo.” Mateus 1,20.

O que afirma o fato de São José não ter possuído riquezas em vida foi quando levou Jesus ao templo para ser circuncidado e Maria, para ser purificada, ofereceu o sacrifício de um par de rolas ou dois pombinhos, permitido apenas àqueles que não tinham condições de comprar um cordeiro.

São José morreu aos 60, antes de Jesus iniciar sua vida pública. Porém no período de 30 anos, ajudou e protegeu tanto Cristo, quanto Maria, sendo uma das passagens mais conhecidas a da fuga para o Egito, pois Herodes queria acabar com a vida do Salvador que acabara de nascer.

Seu nome significa “aquele que acrescenta”, “acréscimo do Senhor” ou ”Deus multiplica”. O nome José tem origem no nome hebraico, Yosef, que significa “Ele acrescentará”, referindo-se a Deus.

Adaptado de:

https://www.nossasagradafamilia.com.br/conteudo/historia-de-sao-jose.html

https://www.nossasagradafamilia.com.br/conteudo/sao-jose.html

 

QUARTA-FEIRA DE CINZAS

 Apresentação sem título (4)

A Igreja celebra a Quarta-feira de Cinzas, dando início à Quaresma, tempo de preparação para a Páscoa. Recordamos onze pontos sobre esta data.

1. O que é a Quarta-feira de Cinzas?

É o primeiro dia da Quaresma, ou seja, dos 40 dias nos quais a Igreja chama os fiéis a se converterem e a se prepararem verdadeiramente para viver os mistérios da Paixão, Morte e Ressurreição de Cristo durante a Semana Santa.

A Quarta-feira de Cinzas é uma celebração que está no Missal Romano, o qual explica que no final da Missa, abençoa-se e impõe-se as cinzas obtidas da queima dos ramos usados no Domingo de Ramos do ano anterior.

2. Como nasceu a tradição de impor as cinzas?

A tradição de impor a cinza é da Igreja primitiva. Naquela época, as pessoas colocavam as cinzas na cabeça e se apresentavam ante a comunidade com um “hábito penitencial” para receber o Sacramento da Reconciliação na Quinta-feira Santa.

A Quaresma adquiriu um sentido penitencial para todos os cristãos por volta do ano 400 d.C. e, a partir do século XI, a Igreja de Roma passou a impor as cinzas no início deste tempo.

3. Por que se impõe as cinzas?

A cinza é um símbolo. Sua função está descrita em um importante documento da Igreja, mais precisamente no artigo 125 do Diretório sobre a piedade popular e a liturgia:

“O começo dos quarenta dias de penitência, no Rito romano, caracteriza-se pelo austero símbolo das Cinzas, que caracteriza a Liturgia da Quarta-feira de Cinzas. Próprio dos antigos ritos nos quais os pecadores convertidos se submetiam à penitência canônica, o gesto de cobrir-se com cinza tem o sentido de reconhecer a própria fragilidade e mortalidade, que precisa ser redimida pela misericórdia de Deus. Este não era um gesto puramente exterior, a Igreja o conservou como sinal da atitude do coração penitente que cada batizado é chamado a assumir no itinerário quaresmal. Deve-se ajudar os fiéis, que vão receber as Cinzas, para que aprendam o significado interior que este gesto tem, que abre a cada pessoa a conversão e ao esforço da renovação pascal”.

4. O que as cinzas simbolizam e o que recordam?

A palavra cinza, que provém do latim “cinis”, representa o produto da combustão de algo pelo fogo. Esta adotou desde muito cedo um sentido simbólico de morte, expiração, mas também de humildade e penitência.

A cinza, como sinal de humildade, recorda ao cristão a sua origem e o seu fim: “E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra” (Gn 2,7); “até que te tornes à terra; porque dela foste tomado; porquanto és pó e em pó te tornarás” (Gn 3,19).

5. Onde podemos conseguir as cinzas?

Para a cerimônia devem ser queimados os restos dos ramos abençoados no Domingo de Ramos do ano anterior. Estes recebem água benta e logo são aromatizados com incenso.

6. Como se impõe as cinzas?

Este ato acontece durante a Missa, depois da homilia, e está permitido que os leigos ajudem o sacerdote. As cinzas são impostas na fronte, em forma de cruz, enquanto o ministro pronuncia as palavras Bíblicas: “Lembra-te de que és pó e ao pó voltarás” ou “Convertei-vos e crede no Evangelho”.

7. O que devem fazer quando não há sacerdote?

Quando não há sacerdote, a imposição das cinzas pode ser realizada sem Missa, de forma extraordinária. Entretanto, é recomendável que antes do ato participem da liturgia da palavra.

É importante recordar que a bênção das cinzas, como todo sacramental, somente pode ser feita por um sacerdote ou um diácono.

8. Quem pode receber as cinzas?

Qualquer pessoa pode receber este sacramental, inclusive os não católicos. Como explica o Catecismo (1670 ss.), “sacramentais não conferem a graça do Espírito Santo à maneira dos sacramentos; mas, pela oração da Igreja, preparam para receber a graça e dispõem para cooperar com ela”.

9. A imposição das cinzas é obrigatória?

A Quarta-feira de Cinzas não é dia de preceito e, portanto, não é obrigatória. Não obstante, nesse dia muitas pessoas costumam participar da Santa Missa, algo que sempre é recomendável.

10. Quanto tempo é necessário permanecer com a cinza na fronte?

Quanto tempo a pessoa quiser. Não existe um tempo determinado.

11. O jejum e a abstinência são necessários?

O jejum e a abstinência são obrigatórios durante a Quarta-feira de Cinzas, como também na Sexta-feira Santa, para as pessoas maiores de 18 e menores de 60 anos. Fora desses limites, é opcional. Nesse dia, os fiéis podem ter uma refeição “principal” uma vez durante o dia.

A abstinência de comer carne é obrigatória a partir dos 14 anos. Todas as sextas-feiras da Quaresma também são de abstinência obrigatória. As sextas-feiras do ano também são dias de abstinência. O gesto, dependendo da determinação da Conferência Episcopal de cada país, pode ser substituído por outro tipo de mortificação ou oferecimento como a oração do terço.

 

Adaptado de: https://www.acidigital.com/noticias/o-que-deve-saber-sobre-a-quarta-feira-de-cinzas-90077

CARNAVAL

                                                    

            O carnaval é uma festa que está arraigada na cultura ocidental e por isso é comemorada em todo o mundo, porém em algumas cidades turísticas ela se destaca e tem uma maior visibilidade. São elas: Rio de Janeiro, Nova Orleans, Veneza e Paris.

Carnaval no Rio de Janeiro

            No Rio de Janeiro, um dos mais famosos do Brasil, é grande o apelo popular dos desfiles das escolas de samba de diversas regiões da cidade, principalmente das periferias, que todos os anos competem em desfiles monumentais, ao som dos sambas enredo. Nesses desfiles, cada escola de samba tem que trabalhar um tema e cada ala desfila obedecendo a esse determinado tema.

Portela foi aclamada ao encerrar o Desfile das Campeãs na madrugada deste domingo (5) — Foto: Rodrigo Gorosito/G1

Foto: Rodrigo Gorosito/G1

Carnaval em Nova Orleans

            Em Nova Orleans, nos EUA, a festa carnavalesca é chamada de Mardi Gras por influência dos franceses que colonizaram a região no século XVII e levaram a tradição do carnaval. Hoje, trata-se de uma festa de rua que acontece no feriado da terça-feira gorda. As tradicionais bandas sempre desfilam nas ruas da cidade acompanhada de foliões fantasiados usando colares de continha e máscaras, que são as marcas registradas do carnaval de Nova Orleans.

Carnaval em Veneza

            O Carnaval de Veneza é o mais tradicional do mundo, tem sua origem no final da Idade Média, quando a cidade crescia por ter se tornado um centro comercial que ligava o Oriente e o resto da Europa. Várias culturas influenciaram os festejos na cidade. Mas foi no século XVII, que os integrantes da nobreza veneziana, vestindo-se com trajes luxuosos, adornavam-se com máscaras venezianas e chapéus para se misturarem ao povo nas ruas e também para ir aos bailes. As máscaras nobres são famosas ainda hoje no mundo inteiro e nunca deixaram de ser usadas na tradicional festa da Cidade, que começa dez dias antes da quarta-feira de cinzas. As pessoas costumam se divertir na Praça de São Marcos, a mais famosa, onde se reúnem pessoas do mundo inteiro.

 

Carnaval em Paris

            Em Paris, o carnaval não tem mais a mesma importância que Máscara Carnavaltinha no passado, porém foi lá que surgiram os primeiros bailes à fantasia. A festa sempre foi mais elitizada do que em outros lugares do mundo. No século XIX, a burguesia ascendente viu nos grandes eventos carnavalescos oportunidade de tratar de negócios, por isso eles tinham interesse em patrocinar esses bailes. O carnaval parisiense tem uma característica mais cívica do que popular, pois atualmente as festas são organizadas para certos grupos e associações. Dessa forma, não é costume dos parisienses irem às ruas fazer folia.

            A ideia dos bailes de carnaval é originária da França, com os nobres; era uma alternativa para festejar a data sem ir às ruas. No período renascentista na Europa surgiu um tipo de teatro chamado Commedia dell’ arte que tinha um estilo popularesco e personagens típicos que exerceram muita influência nas fantasias. O uso de máscaras e roupas para caracterizar esses personagens tão caricatos infiltrou-se na cultura europeia e também foi importado para o Brasil no século XIX. Nos carnavais contemporâneos, as mesmas fantasias ainda fazem muito sucesso nesses festejos.

Adaptado de: http://historia-do-carnaval.info/

Fotos retiradas de:

https://g1.globo.com/rio-de-janeiro/carnaval/2017/noticia/desfile-das-campeas-do-rio-e-noite-de-aclamacao-a-portela-ivete-e-lembra-acidentes.ghtml

https://youmustgo.com.br/carnaval-em-new-orleans/

https://www.parisianist.com/en/attractions/annual-events/carnaval-de-paris-2016

http://www.portifolyomagazine.com.br/single-post/2018/02/05/Carnaval-de-Veneza